Jornalismo RECORD recebe prêmio Herzog
O Jornalismo Record recebeu pelo terceiro ano consecutivo o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, um dos mais importantes do país. Foram 52 trabalhos inscritos pelas principais emissoras do País. A Record conquistou o primeiro lugar nas duas categorias dedicadas a televisão: reportagem e documentário.
O melhor documentário do ano foi 'Pará, terra sem lei'. Os repórteres Arnaldo Duran, Gustavo Costa e Eduardo Prestes descobriram como terras destinadas à reforma agrária se transformaram em áreas de madeireiras. A devastação da floresta foi flagrada e os donos eram médicos, comerciantes e até prefeitos. A matéria denunciou que onde não existe lei que manda são os pistoleiros. A série foi ao ar de 29 de janeiro a 02 de fevereiro de 2008.
A Record ganhou também menção honrosa do júri com a reportagem de Cleisla Garcia, que desvendou os segredos do Camboja e emocionou o Brasil. A matéria, exibida de 14 a 19 de abril deste ano, mostrou um local devastado pela guerra, escravidão, fome, tortura, pobreza e como é feito o tráfico de seres humanos em um lugar onde se vende, pelo valor de um par de tênis, ou se oferece um filho em doação a desconhecidos.
Já a melhor reportagem do ano, vencedora do Herzog, mobilizou cerca de 100 profissionais da Record em todo o País durante sua produção. Em duas semanas, as equipes do Jornalismo Record fizeram um raio x da saúde pública no Brasil e mostraram a agonia de quem precisa do Serviço Único de Saúde. Em alguns casos, a espera leva a morte. A série 'Saúde Pública, salve-se quem puder' foi a ar em junho de 2008.
Palavras-chave: Record, Jornalismo, prêmio Herzog